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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

História da Galinha Ruiva

Sugestões de atividades para o projeto da galinha ruiva


 Era uma vez uma galinha ruiva, que morava com seus pintinhos numa fazenda. Um dia ela percebeu que o milho estava maduro, pronto para colher e virar um bom alimento. A galinha ruiva teve a idéia de fazer um delicioso bolo de milho. Todos iam gostar! Mas era muito trabalhoso... ela precisava de bastante milho para o bolo. Quem podia ajudar a colher a espiga de milho no pé? Quem podia ajudar a debulhar todo aquele milho? Quem podia ajudar a moer o milho para fazer a farinha de milho para o bolo? Foi pensando nisso, que a galinha ruiva encontrou seus amigos:

- Quem pode me ajudar a colher o milho para fazer um delicioso bolo?

- Eu não, disse o gato. Estou com muito sono

- Eu não, disse o cachorro. Estou muito ocupado.

- Eu não, disse o porco. Acabei de almoçar.

-Eu não disse o pato. Está na hora de brincar.

Todo mundo disse não. Então, a galinha ruiva ficou triste e foi preparar tudo sozinha: colheu as espigas, debulhou o milho, moeu a farinha, preparou o bolo e colocou no forno. Quando o bolo ficou pronto... Aquele cheirinho bom de bolo foi fazendo os amigos se chegarem. Todos ficaram com água na boca.

Então a galinha ruiva disse:

- Quem foi que me ajudou a colher o milho, preparar o milho, para fazer o bolo? Todos ficaram bem quietinhos. (Ninguém tinha ajudado.)

- Então quem vai comer o delicioso bolo de milho sou eu e meus pintinhos, apenas. Vocês podem continuar olhando. E assim foi: a galinha e seus pintinhos aproveitaram a festa, e nenhum dos preguiçosos foi convidado.

Atividade:

    As crianças ouvirão a história da galinha ruiva, e farão o reconto da mesma, confeccionarão os personagens e, com eles, representarão a história em teatro de fantoches.

    Objetivos:
    Proporcionar às crianças o conhecimento de histórias que desenvolvam a oralidade e a escrita e permitam a reflexão sobre respeito, cooperação e trabalho.
    Confeccionar os personagens da história para utilizá-los na representação do Teatro de fantoches.
    Trabalhar com diferentes materiais expressivos.

Material: EVA de várias cores, Cola para EVA , Marcador permanente , olhos móveis, palitos de dentes e churrasco.

Modo de fazer:

    Fazer os desenhos dos personagens. Desenhar as partes separadamente e recortar (corpo da galinha, asas, pés, bico, crista).
    Riscar cada parte no EVA e recortar.
    Cole com a Cola de EVA  todas as partes. Espere secar bem.
    Cole palitos de churrasco por trás dos personagens e monte a história tridimensionalmente ou apresente o Tetro de fantoches. 

História para imprimir , é só salvar!!!





 

domingo, 1 de julho de 2012

História dos Três Porquinhos

"Através da contação de histórias levamos a criança para o mundo maravilhoso da imaginação"
Esses fantoches  para contar a história dos Três Porquinhos podem ser usado como palitoches ou então no avental de histórias.








DICA
 Tendo como base  para sua confecção um retângulo pode-se trabalhar as formas geométricas.
Confeccionar com as crianças os personagens da história usando caixas de leite. Eles vão adorar!!!

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Palitoches "Dona Baratinha"

Mais uma dica para contar histórias, usando palitoches. As crianças ficam simplismente encantadas. E depois como atividade pode-se confeccionar  com a criança o palitoche de sua preferencia para então fazer o reconto, estimulando assim a oralidade da mesma.




sexta-feira, 8 de junho de 2012

Casinha Dona Baratinha

Usando papelão  você pode fazer uma linda casinha para contar a história da Dona Baratinha.

Em breve   estarei postando os palitoches dos demais personagens  da história.

terça-feira, 29 de maio de 2012

História " Dona Baratinha"

Fiz esta história em fichas!!!







 



Dona Baratinha era muito trabalhadeira, gostava de manter sua casinha sempre limpa e arrumada.

Um dia varrendo o sótão, encontrou três moedas de ouro. Naquele tempo, esta quantia valia muito e Dona Baratinha ficou muito feliz.

Com este dinheiro, poderia reformar a casa e comprar roupas novas.     O resto do dinheiro guardou dentro de uma caixinha. Agora que estava rica e elegante, com a casa reformada e um bonito enxoval achou que estava na hora de se casar.   Então, a tardinha, vestiu uma roupa bem bonita, fez um belo penteado e foi para a janela esperar os pretendentes.

O primeiro a aparecer foi o cavalo, o jovem mais fino da cidade. O cavalo achou Dona Baratinha muito graciosa. Dona baratinha então perguntou:

Quer casar com Dona Baratinha tão bonitinha e com dinheiro na caixinha? 
Sim!! Disse o cavalo.  

Mas Dona Baratinha tinha um sono muito leve e queria saber se o cavalo roncava alto.

Como é que você faz de noite? perguntou Dona Baratinha. 

O cavalo relinchou tão forte que Dona Baratinha o recusou.

Depois dele veio o boi, o cachorro, o burro e etc.

Infelizmente todos eram muito barulhentos e não iam deixar D. Baratinha dormir.

Ja estava desistindo, quando apareceu D. Ratão muito elegante e charmoso.

Ela então, resolveu tentar mais uma vez. Felizmente, D. Ratão tinha uma voz suave e a noite seu ronco era fraquinho :Qui, Qui, Qui...       
      
Dona Baratinha ficou muito satisfeita com o pretendente e ficaram noivos.
Começaram os preparativos para o casamento.
Dona Baratinha toda agitada preparava um delicioso banquete para a festa do casamento e D. Ratão ajudava nos convites. Porém D. Ratão era muito guloso e pediu a noiva que fizesse para a festa seu prato favorito, feijão com toucinho.    
O feijão com toucinho que Dona Baratinha preparava estava muito cheiroso e D. Ratão ia toda hora na cozinha tentar provar um pouquinho, mas sempre tinha alguém perto.    
Tudo já estava pronto, banquete, igreja e os convidados chegando.
Dona Baratinha e D. Ratão muito elegantes e felizes estavam a caminho da Igreja, porém o noivo só pensava na feijoada.    Então disse para Dona Baratinha que tinha esquecido as alianças em casa, e que assim que as pegasse a encontraria na igreja.
D. Ratão voltou para casa e correu até a cozinha para comer um pouco do toucinho.  
Mas na afobação, escorregou e caiu dentro da panela do feijão morrendo afogado.
Dona Baratinha ansiosa esperava na igreja o noivo que não retornava.
Horas mais tarde, muito triste Dona Baratinha e alguns convidados decidiram voltar para casa e comer o banquete.
Logo descobriram o fim trágico do seu noivo e todos lamentaram muito.

A pobre Dona Baratinha chorou a noite inteira e desde aquele dia nunca mais preparou feijão com toucinho!


quarta-feira, 18 de abril de 2012

História " A Abelha Chocolateira"




Era uma vez uma abelha que não sabia fazer mel.
- Mas você é uma operária! - gritava a rainha - Tem que aprender.
Na colméia havia umas 50 mil abelhas e Anita era a única com esse problema. Ela se esforçava muito, muito mesmo. Mas nada de mel...
Todos os dias, bem cedinho, saía atrás das flores de laranjeira, que ficavam nas árvores espalhadas pelo pomar. Com sua língua comprida, ela lambia as flores e levava seu néctar na boca. O corpinho miúdo ficava cheio de pólen, que ela carregava e largava, de flor em flor, de árvore em árvore.
Anita fazia tudo direitinho. Chegava à colméia carregada de néctar para produzir o mais gostoso e esperado mel e nada! Mas um dia ela chegou em casa e de sua língua saiu algo muito escuro.
- Que mel mais espesso e marrom... - gritaram suas colegas operárias.
- Iac, que nojo! - esbravejaram os zangões.
Todo mundo sabe que os zangões se zangam à toa, mas aquela história estava ficando feia demais. Em vez de mel, Anita estava produzindo algo doce, mas muito estranho.
- Ela deve ser expulsa da colméia! - gritavam os zangões.
- É horrorosa, um desgosto para a raça! - diziam outros ainda.
Todas as abelhas começaram a zumbir e a zombar da pobre Anita. A única que ficou ao lado dela foi Beatriz, uma abelha mais velha e sábia.
Um belo dia, um menino viu aquele mel escuro e grosso sobre as plantas próximas da colméia, que Anita tinha rejeitado de vergonha. Passou o dedo, experimentou e, surpreso, disse:
- Que delícia. Esse é o mais saboroso chocolate que eu já provei na vida!
- Chocolate? Alguém disse chocolate? - indagou a rainha, que sabia que o chocolate vinha de uma fruta, o cacau, e não de uma abelha.
Era mesmo um tipo de chocolate diferente, original, animal, feito pela abelha Anita, ora essa, por que não...
Nesse momento, Anita, que ouvia tudo, esboçou um tímido sorriso. Beatriz, que também estava ali, deu-lhe uma piscadela, indicando que tinha tido uma idéia brilhante.
No dia seguinte, lá se foram Anita e Beatriz iniciar uma parceria incrível: fundaram uma fábrica de pão de mel, juntando o talento das duas para produzir uma deliciosa combinação de mel com chocolate.


Moral da história: as diferenças e riquezas pessoais, que existem em cada um de nós, são singulares e devem ser respeitadas.
Fábula de Katia Canton.Texto publicado na revista Nova Escola




.Esta atividade uma colega minha trabalhou com seus alunos !!!  Adorei !!!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Histórias em sequência

Cores e os dias da semana.
Esta história popde ser usada para trabalhar os dias da semana  e as cores.


































quinta-feira, 15 de setembro de 2011